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13 de maio de 2010

Dentistas identificam sinais de violência doméstica

De acordo com a pesquisa de Andreza Cristina Massoni, da pós-graduação em Odontopediatria da Faculdade de Odontologia da Universidade de Pernambuco, os os dentistas podem ajudar a disgnosticar sinais de violência e maus-tratos em crianças, jovens e idosos.

Durante um abuso ou violência, é possível observar marcas de queimaduras, lacerações, fraturas, mordidas e outros hematomas. 

Para a Andrezza, a identificação imediata e relato desses maus-tratos é fundamental, para evitar que essas e outras agressões voltem a acontecer.

A responsabilidade social caminha ao lado da responsabilidade profissional.
Denunciem qualquer situação suspeita às agências de proteção à criança. 

[Fonte de Pesquisa: Circular Sinog]

6 de abril de 2010

Transtorno familiar x Doença bucal

Um estudo feito pela Universidade de Gothenburg, na Suécia, mostra que crianças que têm pânico de dentista geralmente são de famílias problemáticas.

“Eu queria investigar como crianças e adolescentes com tantos problemas bucais, que acabavam necessitando de atendimento especializado, se diferenciavam de pacientes com a mesma idade, porém saudáveis. Além disso, me interessava saber por que eles eram tão propensos a cancelar compromissos nos dentistas e por que normalmente se atrasavam mais do que o normal”, diz Annika Gustafsson, especialista em odontopediatria.

Os estudos mostram que os pais dessas crianças também possuem o mesmo tipo de fobia.

“É preciso estar atento para intervir o mais cedo possível em situações como as descritas no estudo”, diz Annika.

Não podemos permitir que um transtorno mental possa intervir na saúde das pessoas. O quanto antes isso for diagnosticado, mais cedo será possível vencer esses medos e, conseqüentemente, não desenvolver quadros mais graves dessas doenças bucais.

18 de março de 2010

Gestantes podem fazer tratamento odontológico?

Essa é uma das maiores dúvidas das gestantes, se podem ou não receber tratamento dentário nesse período.

O tratamento odontológico pode ser feito em qualquer fase, porém, o mais indicado é o 4º e o 6º mês. No 3° trimestre não é adequado, em função da ansiedade da futura mamãe pela proximidade do parto.

As radiografias devem ser evitadas. Se for muito necessário, podem ser realizadas, desde que se utilize o avental de chumbo.

Com relação às anestesias, o dentista deve consultar o obstetra da paciente. O ideal é usar anestésicos com menores efeitos e menor poder de penetração.
Estudos mostram que, anestésicos podem induzir à contrações no útero e até um parto prematuro. Se puder evitar, principalmente no 3º trimestre, é melhor.

Se a mamãe estiver com dor de dente, deve-se evitar o uso de analgésicos (aspirina, por exemplo). Medicamentos com princípio ativo acetalminofem (tylenol), são os mais indicados.

Você sabia?
- Durante o pré-natal é muito importante o acompanhamento fetal. Além do médico, a mulher também deve consultar um dentista especializado em odontopediatria. Ele saberá informar e orientar sobre a importância da amamentação, higiene dos primeiros dentinhos, uso de chupeta, e etc.

Curiosidade:
- A alimentação da gestante interfere na formação dos dentes da criança. O bebê precisa consumir muitos minerais e vitaminas. No caso do cálcio, se a alimentação não estiver equilibrada, a fonte de consumo será os ossos da mãe.

Mito:
Os dentes não ficam fracos durante a gravidez. O que pode acontecer, é que nesse período as grávidas ingerem mais guloseimas, e se houver má escovação, a placa bacteriana e a cárie certamente surgirão.

Mais informações, entre em contato com os nossos dentistas credenciados.