18 de janeiro de 2013


Dentes são ossos?



Os dentes são duros, brancos e cheios de cálcio, mas não são considerados ossos. Até mesmo quando se quebra um dente é diferente do ossos.
Os dentes são feitos de cálcio, fósforo e outros minerais, já os ossos contêm cálcio, fósforo, sódio e outros minerais, mas também têm muito colágeno.
E saiba que os ossos não são tão fortes quanto os dentes, que são a parte mais dura do corpo humano
Os dentes são basicamente tecidos calcificados, chamados dentina, cobertos de esmalte que é duro e brilhante.
Já os ossos são cobertos de periósteo, uma membrana densa e lisa, com exceção da juntas de longos ossos que é preenchida por cartilagens. O periósteo contém osteoblastos, ou células que podem crescer células de osso para restaurá-lo. O esmalte do dente não tem esta capacidade de regeneração, quebrar um dente significa perdê-lo.
Outra diferença é que o tutano do osso produz células vermelhas e brancas do sangue e o dente não.
Apesar de dentro dos dentes parecer tutano, na verdade, é a polpa do dente, a parte onde contém os nervos, artérias e veias e quando quebrados a “dor são choques”.
A última diferença é que nossos dentes estão expostos, enquanto os ossos estão guardados embaixo de nossa pele. Os dois, no entanto, exigem muitos cuidados.


Fonte: lifeslittlemysteries

16 de janeiro de 2013

Consultório de dentista da Hello Kitty em Tóquio

Que o Japão é louco pela Hello Kitty, não é novidade. Entre parques temáticos, jogos eletrônicos e até papel higiênico, o país acaba de ganhar o primeiro e único no mundo, consultório de dentista da Hello Kitty.

A clínica odontológica daquela que talvez seja o personagem mais amado do Japão foi inaugurada no mês passado em Tóquio, com aprovação da Sanrio e muito rosa.

As imagens da Hello Kitty estão por todos os lados, até mesmo no papel de parede, além disso, pias e assentos têm formato de coração. E mais rosa. Tudo para tornar o ambiente aconchegante (até demais).
Pela fofura transbordante do ambiente, não há dúvidas que a clínica tem como público-alvo mulheres e crianças.






Fonte:
bocaberta.org

15 de janeiro de 2013


PRIMEIRA DENTIÇÃO - COMO EVITAR O DESCONFORTO DOS BEBÊS



Entre as várias dúvidas que muitas mães têm em relação à saúde dos bebês, algumas giram em torno da higiene bucal, principalmente quando os dentinhos começam a nascer e deixam os pequenos irritados.
"O nascimento dos primeiros dentes é uma ocorrência natural que normalmente não provoca dor, nem sangramento, mas sem dúvida nenhuma trata-se de um momento intenso, tanto para a mãe como para o próprio bebê - um período, muitas vezes, caracterizado pela irritabilidade da criança", afirma Dra.
Vivian Farfel (CRO-SP 59.111), especialista em Odontopediatria, Ortodontia e Ortopedia Facial pela Faculdade de Odontologia da Universidade de São Paulo (USP).
Conforme a especialista, os dentinhos começam a nascer por volta de seis meses de idade. "Os incisivos centrais inferiores são os primeiros dentes a aparecerem na boca". Um atraso, em torno de seis meses, pode ser considerado normal. Vivan alerta que são raros os casos nos quais os dentes de leite nascem antes do prazo médio, por volta de dois a três meses de idade, ou imediatamente após o nascimento. Nessas situações, é indicado procurar o odontopediatra para uma avaliação. Na maioria das vezes, a dentição se completa por volta dos dois ou três anos de idade.
Para ajudar pais e filhos passarem por essa fase sem traumas, a dentista dá algumas dicas:
Como devem ser os cuidados com a higiene bucal do bebê antes da erupção dos primeiros dentes?
Os cuidados com a higiene bucal devem começar a partir do nascimento do bebê. No recém-nascido, a limpeza deve ser feita com uma gaze ou fralda umedecida em água filtrada ou fervida para remover os resíduos de leite. Com o nascimento do primeiro dente, a fralda deve ser substituída por uma escova macia de cabeça pequena, adequada a faixa etária da criança. A mãe deve escovar os dentes existentes com uma pequena quantidade (semelhante a um grão de ervilha) de creme dental sem flúor. O flúor é um medicamento e quando ingerido pode causar a fluorose, que se manifesta através de manchas nos dentes permanentes em formação.
Quais os sintomas que o bebê pode sentir durante a erupção dos primeiros dentes e por quê?
O bebê pode ter alguns sintomas como aumento de salivação devido à maturação das glândulas salivares e a dificuldade que ele tem de engolir a saliva produzida; diarréia, em conseqüência do distúrbio gastrointestinal causado pela contaminação por meio de objetos levados à boca e pela sucção dos dedos, principalmente em condições de higiene inadequada; febre baixa e passageira, provocada por substâncias que regulam a temperatura corpórea, liberadas durante o irrompimento da gengiva; gengivas inchadas e irritação local provocada pela presença de dentes. O bebê também pode ficar agitado e irritadiço, podendo até perder o apetite e o sono habitual.
Existe alguma maneira de ajudar a erupção dos primeiros dentes?
Para aliviar o desconforto, os pais devem oferecer ao bebê alimentos mais duros, como pedaços de cenoura ou talos de vegetais crus que ajudam na erupção dos dentes. Alimentos ou bebidas quentes que aumentam a sensação de irritação devem ser evitados. Outra maneira de aliviar o desconforto do bebê é massagear suavemente a gengiva. Para isso, envolva o dedo com uma gaze umedecida em água filtrada ou soro fisiológico, e faça movimentos suaves sobre a região. Os pais também podem oferecer, ao bebê, mordedores de silicone, que contém um gel no seu interior e que devem ser mantidos na porta da geladeira. A temperatura baixa promove um efeito levemente anestésico e alivia a irritação da gengiva. Se, eventualmente a irritação for muito grande, deve-se consultar um odontopediatra para outras instruções. Nunca se deve aplicar algum tipo de pomada por conta própria, porque os sintomas causados pelo nascimento dos primeiros dentes são naturais e não há necessidade de medicação.
Quais objetos são melhores para aliviar o desconforto ou a coceira - os confeccionados com silicone ou com látex? Como higienizar esses objetos?
O silicone é o material ideal, por ser mais higiênico que o látex e menos sujeito ao mofo. Para evitar a infecção pelos fungos e bactérias, o ideal é que os mordedores de silicone escolhidos tenham as bordas livres de saliências. A higienização deve ser feita com uma escova de cerdas macias, água quente e sabão neutro, e enxaguar bem para não deixar nenhum resíduo sobre sua superfície. Antes de cada uso é necessário esterilizá-los com água fervente em uma panela apropriada, na qual os mordedores devem ficar totalmente submersos durante a fervura, que não deve ultrapassar cinco minutos, a fim de ser evitar que os mordedores fiquem pegajosos, porosos e, até mesmo, deteriorados. Outra opção é a esterilização a vapor, no forno de micro-ondas, que faz com que as elevadas temperaturas eliminem as bactérias.


vilamulher.terra.com.br

14 de janeiro de 2013


FALTA DE HIGIENE BUCAL PODE AFETAR A FERTILIDADE




Problemas de saúde bucal podem afetar a fertilidade feminina, segundo um estudo feito na Austrália recentemente.
A pesquisa da Universidade do Oeste da Austrália, que contou com a participação de mais de 3,5 mil mulheres, sugere que uma higiene bucal precária é tão ruim para a fertilidade feminina quanto a obesidade, fazendo com que as mulheres demorem em média dois meses a mais para engravidar.
Segundo os pesquisadores, mulheres com gengivas doentes precisaram de sete meses para conceber, comparados com o prazo considerado normal, de cinco meses. Elas apresentaram níveis elevados de marcadores para inflamação no sangue.
De acordo com os cientistas, a causa pode estar ligada à doença periodontal, caracterizada por inflamação na gengiva. Se esta não for tratada, pode desencadear uma série de reações capaz de prejudicar o funcionamento normal do corpo.
"Este é o primeiro relatório que sugere que a doença na gengiva pode ser um dos vários fatores que podem ser modificados para mulher melhorar as chances de uma gravidez", afirmou Roger Hart, professor líder da pesquisa.
De acordo com o professor, mulheres que estão tentando ter um filho agora precisam passar antes no dentista além de parar de fumar, beber, manter um peso saudável e tomar suplementos de ácido fólico.




fonte: vilamulher.terra.com.br

11 de janeiro de 2013

Apague o colesterol com a escova de dente



"Apenas 10% dos brasileiros possuem uma gengiva saudável. Só 10%", aponta, preocupado, o odontologista Ernesto Nascimento Filho, da Universidade Federal de São Paulo. Obviamente, o dado indica o tanto de trabalho que os dentistas terão pela frente. O que poucos sabem, no entanto, é que essa estatística pode influenciar até a vida dos cardiologistas. Sim, a relação entre uma boca repleta de bactérias e um sistema cardiovascular enfermo parecia distante, mas estudos ao redor do globo vêm estreitando esse elo. 

Um dos mais interessantes foi realizado na Universidade Estadual de Campinas, no interior paulista. Os cientistas colheram amostras das artérias de pacientes que tinham alguns de seus vasos sanguíneos obstruídos. Em outras palavras, que precisavam passar por uma cirurgia para não infartar. Por incrível que pareça, em 60% dos casos foram encontrados resquícios de micro-organismos que entraram no corpo através da gengiva. Ou seja, essas minúsculas ameaças estavam, nem que somente como coadjuvantes, envolvidas na piora da saúde do peito. 

Em busca de evidências, os pesquisadores foram além e avaliaram o sangue dos voluntários. "Os que tinham inflamações graves no tecido que rodeia os dentes apresentaram maiores taxas do colesterol ruim, o LDL", revela o periodontista Fernando José de Oliveira, autor da pesquisa. E, como já se sabe, níveis elevados dessa substância podem culminar em vasos entupidos. Prova cabal de que a higiene bucal — ou melhor, a falta dela — está associada a problemas cardíacos.

É por essas e outras que os especialistas estão de olho na periodontite. A doença, uma inflamação que afeta as estruturas de sustentação da arcada dentária, é causada por bactérias específicas alojadas nessa região. Quando não são removidas por uma escova ou um fio dental, elas entram fundo na gengiva e, então, caem na corrente sanguínea. "A inflamação nas artérias resultante da resposta imunológica às bactérias pode aumentar os níveis de colesterol de um indivíduo", explica o cardiologista Bruno Caramelli, presidente do Grupo de Avaliação Perioperatória da Sociedade Brasileira de Cardiologia. Além disso, os próprios micróbios da boca partem para cima do HDL, a versão boa dessa substância gordurosa. Essa partícula protetora age como um guardião dos vasos, tirando o colesterol maléfico de circulação. "Infelizmente, pacientes com periodontite têm o índice da versão ruim até três vezes maior do que pessoas livres dessa inflamação", ressalta Oliveira.

Ao adotar medidas para se precaver dessa grave inflamação, você se prevenirá contra anginas — aquelas fortes dores no peito que acusam obstruções nas artérias —, infartos e outros transtornos ligados ao coração. Mais do que isso, também se protegerá dos derrames. A lógica nesse último caso é a mesma: sem aquelas bactérias no sangue, as tropas de HDL se mantêm numerosas, evitando o acúmulo do colesterol ruim. No caso, porém, estamos falando dos vasos que irrigam a massa cinzenta. E, caro leitor, não há segredos no combate à periodontite. "O importante é controlar o biofilme, também conhecido como placa bacteriana", reforça Suzely Adas Saliba Moimaz, odontologista da Universidade Estadual Paulista, em Araçatuba. Para isso, a primeira coisa a fazer é escovar a língua e os dentes após toda e qualquer refeição. "O problema, na verdade, é que muitas pessoas não sabem realizar essa prática de maneira adequada", lamenta o odontologista Ernesto Nascimento Filho. "O ideal é fazer movimentos circulares com a escova. Suas cerdas devem estar a 45 graus em relação à arcada dentária", ensina. Desse jeito, a faxina chega até os sulcos gengivais, local onde os restos de alimento e as bactérias adoram se esconder. Também é fundamental não se esquecer de um dente sequer. Todos devem ser muito bem limpos, tanto na parte da frente quanto na de trás. Mas mesmo quem adota esses hábitos ainda não está livre da ameaça descrita nesta reportagem. "É imprescindível passar o fi o dental pelo menos uma vez ao dia", avisa Suzely. Afinal, só ele — e os tais micro-organismos — chegam a certas áreas de difícil acesso.

Tratamento

Hoje em dia, dá para controlar muito bem a periodontite. Desde que, claro, você passe a cuidar melhor de sua dentição. "Em casos leves, o paciente não precisa nem passar por um procedimento cirúrgico", informa Suzely. Já nos mais avançados, o especialista terá que realizar uma pequena operação para remover o excesso de biofilme e fixar os dentes que porventura tenham ficado soltos. Essencial mesmo é visitar um odontologista frequentemente. Ele acompanhará o quadro e fará limpezas minuciosas para não dar chance aos inimigos da saúde bucal. Até porque evidências científicas prestes a sair do forno dão conta de que o tratamento poderia reverter inclusive os estragos causados às nossas reservas de HDL — e, consequentemente, atenuar os efeitos do colesterol ruim sobre o corpo (leia o quadro no alto à direita). Então, coloque pasta na escova, separe o fio dental e mãos à obra! Seu coração agradece.

OS SINAIS

Mau hálito, sangramentos constantes, inchaço e vermelhidão nas gengivas — se você possui algum dos sintomas citados, consulte um dentista. Afi nal, eles são indicativos da periodontite ou de sua precursora, a gengivite. Essa baita chateação ainda pode deixar os dentes menos fi xos ou até tortos. "Isso porque, aos poucos, as estruturas que os suportam são degeneradas", explica Elaine Escobar, periodontista das Faculdades Metropolitanas Unidas (FMU), em São Paulo.

GRUPOS DE RISCO 

Há casos em que a doença periodontal pode aparecer mais cedo ou gerar desastres extras

Diabete
As bactérias da boca se aproveitam da cicatrização mais lenta dos diabéticos para tomar conta das gengivas rapidamente. E, na corrente sanguínea, ainda podem induzir uma maior liberação de glicose.

Cigarro
Até aqui o fumo traz complicações. Isso porque algumas de suas substâncias diminuem a eficácia das células de defesa. Com isso, aumenta a propensão a inflamações pelo corpo todo.

Gestação
Mulheres grávidas devem tomar cuidado especial com esse e outros processos inflamatórios. Mediadores dessa resposta do organismo podem, colateralmente, ocasionar um parto prematuro.

Precedente familiar
Se um irmão, um avô ou até mesmo um tio sofreu com a periodontite, é bom ficar esperto. Apesar de a influência genética não ser das maiores nessa situação, ela existe.

Histórico pessoal de doença cardiovascular
Quem já teve um infarto, por exemplo, deve se proteger extremamente bem. Nesse grupo de indivíduos, os efeitos proporcionados pelos pequeninos seres que usam a gengiva como meio de acessar o corpo são maiores.

O QUE ESTÁ POR VIR 

Pesquisadores estão atrás de mais fatos que comprovem a importância da higienização da boca para o peito 

NUNCA É TARDE PARA COMEÇAR

Na Universidade Estadual de Campinas, no interior paulista, estão sendo computados os últimos dados de uma pesquisa com indivíduos vítimas da periodontite que, durante o estudo, foram cuidados por especialistas. "Aparentemente, a maioria deles está com melhores índices de colesterol no sangue do que no início do levantamento", diz o periodontista Fernando José de Oliveira. 

ATÉ OS TRIGLICÉRIDES?!

Por incrível que pareça, essa substância, outro fator de risco para o surgimento de males no aparelho cardiovascular, parece dar mais as caras em quem possui uma gengiva completamente inflamada. Como o motivo para isso é desconhecido — e como ainda faltam pesquisas graúdas sobre o assunto —, não dá para cravar nada até o momento. Mas é certo que nos próximos anos aparecerão novidades nesse front.



Fonte: saude.abril.com.br

10 de janeiro de 2013



Chega de ranger os dentes





A notícia veio há quase dois anos: a pequena paulistana Giovanna Mascaros, na época com 4, ia ganhar uma irmã. A partir daí, passou a ranger os dentes enquanto dormia. Esse movimento involuntário da mandíbula, que na maioria das vezes ocorre quando a gente adormece, recebe o nome de bruxismo e atinge aproximadamente 19% dos garotos e garotas. Se for persistente, desgasta os dentes, modifica a estrutura óssea temporomandibular — a área entre o osso temporal e a mandíbula — e até aumenta a pressão na cabeça.

No caso de Giovanna, a suspeita foi de que a alta carga emocional da novidade teria desencadeado o baticum da dentição — e o bruxismo teria sido a maneira de extravasar os nervos. "Muitas vezes o ranger dos dentes é o sintoma de um problema maior", explica José Eduardo de Oliveira, odontologista da Faculdade de Odontologia de Bauru da Universidade de São Paulo, no interior do estado. O distúrbio pode ser um reflexo da ansiedade e da irritação infantil. "Isso comprova que não se deve encarar problemas psicológicos e fisiológicos de formas distintas", diz a psicóloga Ana Carolina Peuker, do Hospital Moinhos de Vento, em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. Em outras palavras, as reações físicas sempre estão fortemente ligadas às emoções.

Mas por que, inconscientemente, os pequenos exteriorizam o nervosismo rangendo os dentes? "Durante os primeiros anos, a boca é o portal para a vida", explica a odontologista Kranya Victoria Díaz- Serrano, da Universidade de São Paulo, em Ribeirão Preto, no interior do estado. "É pela sucção, enquanto são amamentadas, que as crianças resolvem suas necessidades físicas e emocionais", complementa José Eduardo de Oliveira. Por isso que, quando ou o menino ou a menina se sentem incomodados ou frustrados, a mente às vezes entende que estimular fricções dentárias na calada da noite seria um jeito de recuperar a serenidade.

Sono tranquilo

A atenção dos pais e professores é essencial para o diagnóstico correto. Já o tratamento pede uma abordagem multidisciplinar. O primeiro passo é o uso da placa de mordida — desenvolvida pelo dentista —, que se encaixa na superfície dentária para evitar o desgaste. Depois é preciso entender qual foi o estopim para o hábito. Vale procurar um psicólogo nessa hora. "A criança vai precisar expandir o repertório comportamental para enfrentar tensões, participando de grupos ou viajando", aconselha Ana Carolina Peuker. "Já a fonoaudiologia pode auxiliar no relaxamento muscular e na mobilidade da mandíbula", conta a fonoaudióloga Ana Lucia Kozonara, do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo. "Durante o tratamento, deve-se evitar gomas de mascar e alimentos duros, que exigem muito da musculatura bucal", complementa Kranya. Como os pais de Giovanna detectaram o problema logo no início, seus dentes não apresentam tanto desgaste. Agora, mais importante do que nunca, são as visitas regulares à cadeira do dentista.

O bruxismo pode causar:

Dores de cabeça
A estrutura muscular da cabeça está conectada com a da mastigação. O estímulo excessivo a deixa tensa e isso dispara as dores.

Zum-zum no ouvido
A rigidez nos músculos instiga o zumbido como forma de igualar a pressão na cabeça.

Dores musculares
Por causa das contrações constantes, a musculatura fica cansada. Daí, é normal acordar com a bochecha dolorida.

Desgaste do sorriso
A força do apertamento compromete o esmalte dentário e pode até causar fissuras e quebras. Quando isso acontece, o dente fica mais sensível a temperaturas altas e baixas.

Problemas na articulação
O bruxismo pode desencadear a disfunção da articulação temporomandibular, com deslocamento da mandíbula, estalos e dores na região.

Mastigação noturna
Às vezes, o hábito de mastigar enquanto dormimos pode ser confundido com outros distúrbios relacionados ao sono, como o próprio bruxismo. "Mas a mastigação noturna involuntária é causada por vermes que vivem em nosso intestino", diz o odontologista José Eduardo de Oliveira. É importante ressaltar que todo mundo faz esse tipo de movimento durante o sono. Então, não é preciso se alarmar caso seu filho pareça mastigar algo enquanto dorme, de vez em quando — a não ser que o problema passe a incomodar. Aí vale procurar um especialista e realizar exames para checar uma eventual verminose.



Fonte: saude.abril.com.br

9 de janeiro de 2013


O uso da ALOE VERA na Odontologia:





O Dr. Timothy E. Moore, da Universidade de Oklahoma, fez investigações obtendo fabulosos resultados. Aplicou a Aloe em sua prática diária na odontologia e assegura que, na forma de pasta de dentes, ajuda a combater o sangramento e a gengivite, controlando a sensibilidade dentária, além de ajudar na prevenção das cáries. Além disso, não contém elementos abrasivos que destroem o esmalte dos dentes.
Existem oito principais usos de Aloe Vera na odontologia:

1) Aplicações diretamente nos locais de cirurgia periodontal.

2) Aplicações aos tecidos da gengiva que foram traumatizados ou machucados pela abrasão por escovas, dentrifícios, fios dentais, palitos, etc.

3) Queimaduras químicas causadas por acidentes com aspirina são rapidamente aliviadas.

4) Locais de extração reagem confortavelmente e bolsas vazias não se desenvolvem quando a Aloe Vera é aplicada.

5) Lesões agudas da boca são melhoradas pela aplicação direta em lesões virais herpáticas, úlceras aftosas e rachaduras nos cantos dos lábios. Abcessos na gengiva são também reduzidos com a aplicação da planta.

6) Outras doenças bucais de natureza crônica respondem benignamente. Mesmo problemas de gengiva associadas com a língua e a síndrome de queimadura da boca são bastante melhorados.

7) Pacientes com dentadura com gengiva machucadas e dentaduras mal adaptadas podem também beneficiar-se.

8) Aloe Vera pode também ser usada ao redor de implantes dentários para controlar inflamações causadas por contaminação bacteriológica.



Fonte: harmonianatureza.com.br

8 de janeiro de 2013


CHUPETA - VILÃ OU AMIGA?




Assim como as fraldas, o carrinho de bebê e outros apetrechos que fazem parte do universo das crianças pequenas, a chupeta também deve ser deixada para trás. Mas saber o momento certo de abolir a melhor amiga da calmaria em casa, é uma dúvida unânime entre os pais.
“Os bebês gostam da chupeta porque saciam assim o instinto natural de sucção. A única situação em que há indicação do uso da chupeta é se o bebê mostrar preferência pela sucção do dedo”, explica a fonoaudióloga Cláudia Sordi-Ichikawa.
Para ela, que desenvolve projetos de pesquisa com bebês há mais de 10 anos, uma das maneiras de inibir o uso da chupeta é prolongar o período de aleitamento materno, ou seja, deixar que o bebê sacie essa vontade de maneira natural e não prejudicial.
Tanto a chupeta quanto o dedo são nocivos ao desenvolvimento dos dentes da criança e são contra indicados. “O uso prolongado de chupeta prejudica a fonação e dentição. Os dentes tendem a ficar mais protruídos (para frente) e o selamento dos lábios pode ser afetado”, afirma a dentista Maria de Lourdes Delman, de São Paulo.
Outro fator prejudicial da chupeta é que, com o passar do tempo, ela pode se tornar um vício para a criança. Cláudia, que atualmente coordena a área de Fonoaudiologia do Projeto de Extensão Bebê Clínica Unopar, em Londrina, no Paraná, indica que os pais não deixem a criança aprender a pedir a chupeta. “O mais efetivo é a retirada antes de um ano, com sucesso em mais de 80% dos casos e sem causar estresse familiar”.

Depois disso, a coisa fica complicada. O motivo da resistência é exatamente a demora em se livrar da tão amada chupeta. A criança viciou e, agora, sem ela é choro na certa. Como não tem noção do que é bom ou ruim, cabe aos pais desses pimpolhos tomarem a iniciativa de jogá-la fora para sempre.
O momento de oferecer a chupeta não é tão importante quanto o de retirá-la. E os pais precisam se empenhar tanto quanto os filhos. Devem fazer com que eles esqueçam a chupeta e, quando pedirem, podem oferecer outra coisa. Dizer que eles estão crescendo e vão “ficar fora de moda” se continuarem com a chupeta também pode ajudar, assim como elogiar sempre que conseguirem fazer outra atividade em troca de não utilizá-la.
Não esqueça que a saúde e o bem estar das crianças dependem muito das decisões que os pais tomam quando os filhos ainda não podem tomá-las sozinhos.


Fonte: vilamulher.terra.com.br

7 de janeiro de 2013


YAEBA





No Japão, existe uma enorme quantidade de japoneses que possuem dentes tortos. Mas não pense que o motivo para não usar aparelho se dá por preguiça ou falta de dinheiro. O que acontece é que na terra do sol nascente, ter dente torto e encavalado é considerado bonito e fofo.

Se no Brasil e na maioria dos países ocidentais, o legal é ter dentes perfeitos, ou seja, brancos e alinhados, no Japão e em alguns países da Ásia, o Yaeba faz o maior sucesso. O sucesso é tanto, ao ponto que quem tem dente alinhado, vai ao dentista, especialmente para desalinhá-lo.

O Japão nos mostra que o modelo de estética e beleza pode ser diferente de um país para o outro. E esse lance de ter os caninos levemente ou forçadamente para frente, o Yaeba, é na verdade um lance cultural, que já existe há muito tempo e passa através das gerações.
Até existe alguns japoneses que usam aparelho ortodôntico para corrigir e alinhar os dentes, porém eles ainda são muito poucos. Por incrível que pareça, a procura pelo dentista entre os jovens japoneses, se dá mais para o desejo de “entortar” do que para alinhar os dentes.

O Plaisir Salon Dental, um consultório que fica no bairro Ginza, em Tóquio, é bem requisitado para fazer um procedimento onde são colocados uma espécie de mini presas postiças que podem ser provisórias ou permanentes em pessoas que querem ter os caninos mais protuberantes.
O procedimento dura 1 hora e custa em torno de 390 dólares

Origem e significado do Yaeba

A tradução da palavra Yaeba “(  ), seria “dente duplo” em japonês e significa quando os dentes caninos superiores, ficam mais saltados ou encavalando os dentes vizinhos. Desta forma os dentes se assemelham a presas de gato ou vampiro. Esta característica é considerada bonita e charmosa em ambos os sexos no Japão, embora seja mais comum em meninas.

No Japão, o Yaeba é associado ao fato de que dentes tortos lembram dentes de leite, que por sua vez lembram a infância. E os japoneses adoram esse lance de parecer criança e de gostar de coisas fofas. Ou seja, o Yaeba aparentemente se resume a simples e pura necessidade que os japoneses tem de se sentirem mais jovens.



Fonte:  Japão em foco

4 de janeiro de 2013


Cuidados com a higiene bucal durante a gravidez








A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo divulgou o resultado de um levantamento feito com 2 mil gestantes em um hospital público paulista, onde quase metade dos pacientes (988 mulheres, ou 49,4% do total) apresentavam algum problema bucal, como gengivite ou cárie. “Durante a gestação ocorrem várias alterações no organismo feminino que, associadas a algumas mudanças nos hábitos de vida, podem levar ao aparecimento ou agravamento de problemas dentários. Nada que uma boa escovação, uma dieta adequada e um bom acompanhamento odontológico não possam prevenir”, observa o dentista Aléssio Calil Mathias, diretor da Clínica Genesis.

Muitos problemas bucais desta fase são provocados pela carência de cálcio na dieta materna. O bebê literalmente ‘rouba’ o cálcio da mãe e isso pode enfraquecer os dentes da gestante. Como o corpo da mãe não deixa faltar nada para o feto, se o estoque de cálcio for insuficiente para os dois, o organismo feminino libera a substância contida nos ossos e nos dentes. É por isso que se recomenda a ingestão de cálcio durante a gravidez e, se necessário, suplementação do mineral.

Um cuidadoso tratamento dentário pode prevenir outros problemas na gestação, como o nascimento prematuro. Além de prevenir doenças bucais, a gestante deve manter um acompanhamento odontológico durante os nove meses de gestação. “Uma infecção na boca leva o corpo a produzir maior quantidade de prostaglandinas, substâncias que causam contrações no útero e podem antecipar o nascimento do bebê”, justifica Aléssio Calil Mathias, dentista da Clínica Gênesis.

“A alteração dos hormônios na gravidez altera as fibras da gengiva facilitando o acesso de bactérias que provocam gengivite. Um dos sintomas mais comuns dessa doença é um sangramento intenso e espontâneo durante a escovação”, acrescenta Mathias.
Se a gravidez for programada, a futura mãe deve passar por uma avaliação prévia para se informar quanto aos cuidados para prevenir problemas durante a gestação.

Segundo o dentista, é preciso orientar a gestante sobre a importância da higienização caprichada, todas as vezes que se alimentar e também sobre a diminuição do consumo de alimentos doces. “Já acompanhei gestantes que enjoavam só de tocar a pasta de dente na língua e, portanto, acabavam negligenciando a higiene bucal. Para este grupo, recomendamos o uso mais freqüente do fio dental e menos da pasta e escova.

Comuns no primeiro trimestre, os vômitos deixam a boca mais ácida, o que pode prejudicar o esmalte dos dentes. “Por isso, depois da indisposição, é necessário fazer bochechos com água ou colutórios bucais para promover a higienização”, recomenda o dentista.

A restauração dentária é outro procedimento que pode ser realizado durante a gestação, pois não utiliza nenhum produto prejudicial ao bebê. Se houver necessidade de outros tratamentos que exijam radiografias é bom lembrar que a quantidade de raios X emitidos por esses exames é muito pequena e dificilmente interferirá no feto; mesmo assim, esse procedimento só é indicado em casos estritamente necessários e para gestantes com mais de três meses de gravidez.

Se para debelar uma infecção for necessário realizar uma extração, a anestesia será indispensável. As gestantes podem receber anestésicos locais sem nenhum problema, desde que não contenham substâncias vasoconstritoras.

Em relação aos tratamentos estéticos não há comprovação de que o laser ou substâncias usadas no clareamento dentário ou outras correções possam prejudicar o feto. Ainda assim, é recomendável adiar esses procedimentos para depois do parto.




Fonte: www2.uol.com.br/sciam