8 de janeiro de 2013


CHUPETA - VILÃ OU AMIGA?




Assim como as fraldas, o carrinho de bebê e outros apetrechos que fazem parte do universo das crianças pequenas, a chupeta também deve ser deixada para trás. Mas saber o momento certo de abolir a melhor amiga da calmaria em casa, é uma dúvida unânime entre os pais.
“Os bebês gostam da chupeta porque saciam assim o instinto natural de sucção. A única situação em que há indicação do uso da chupeta é se o bebê mostrar preferência pela sucção do dedo”, explica a fonoaudióloga Cláudia Sordi-Ichikawa.
Para ela, que desenvolve projetos de pesquisa com bebês há mais de 10 anos, uma das maneiras de inibir o uso da chupeta é prolongar o período de aleitamento materno, ou seja, deixar que o bebê sacie essa vontade de maneira natural e não prejudicial.
Tanto a chupeta quanto o dedo são nocivos ao desenvolvimento dos dentes da criança e são contra indicados. “O uso prolongado de chupeta prejudica a fonação e dentição. Os dentes tendem a ficar mais protruídos (para frente) e o selamento dos lábios pode ser afetado”, afirma a dentista Maria de Lourdes Delman, de São Paulo.
Outro fator prejudicial da chupeta é que, com o passar do tempo, ela pode se tornar um vício para a criança. Cláudia, que atualmente coordena a área de Fonoaudiologia do Projeto de Extensão Bebê Clínica Unopar, em Londrina, no Paraná, indica que os pais não deixem a criança aprender a pedir a chupeta. “O mais efetivo é a retirada antes de um ano, com sucesso em mais de 80% dos casos e sem causar estresse familiar”.

Depois disso, a coisa fica complicada. O motivo da resistência é exatamente a demora em se livrar da tão amada chupeta. A criança viciou e, agora, sem ela é choro na certa. Como não tem noção do que é bom ou ruim, cabe aos pais desses pimpolhos tomarem a iniciativa de jogá-la fora para sempre.
O momento de oferecer a chupeta não é tão importante quanto o de retirá-la. E os pais precisam se empenhar tanto quanto os filhos. Devem fazer com que eles esqueçam a chupeta e, quando pedirem, podem oferecer outra coisa. Dizer que eles estão crescendo e vão “ficar fora de moda” se continuarem com a chupeta também pode ajudar, assim como elogiar sempre que conseguirem fazer outra atividade em troca de não utilizá-la.
Não esqueça que a saúde e o bem estar das crianças dependem muito das decisões que os pais tomam quando os filhos ainda não podem tomá-las sozinhos.


Fonte: vilamulher.terra.com.br

7 de janeiro de 2013


YAEBA





No Japão, existe uma enorme quantidade de japoneses que possuem dentes tortos. Mas não pense que o motivo para não usar aparelho se dá por preguiça ou falta de dinheiro. O que acontece é que na terra do sol nascente, ter dente torto e encavalado é considerado bonito e fofo.

Se no Brasil e na maioria dos países ocidentais, o legal é ter dentes perfeitos, ou seja, brancos e alinhados, no Japão e em alguns países da Ásia, o Yaeba faz o maior sucesso. O sucesso é tanto, ao ponto que quem tem dente alinhado, vai ao dentista, especialmente para desalinhá-lo.

O Japão nos mostra que o modelo de estética e beleza pode ser diferente de um país para o outro. E esse lance de ter os caninos levemente ou forçadamente para frente, o Yaeba, é na verdade um lance cultural, que já existe há muito tempo e passa através das gerações.
Até existe alguns japoneses que usam aparelho ortodôntico para corrigir e alinhar os dentes, porém eles ainda são muito poucos. Por incrível que pareça, a procura pelo dentista entre os jovens japoneses, se dá mais para o desejo de “entortar” do que para alinhar os dentes.

O Plaisir Salon Dental, um consultório que fica no bairro Ginza, em Tóquio, é bem requisitado para fazer um procedimento onde são colocados uma espécie de mini presas postiças que podem ser provisórias ou permanentes em pessoas que querem ter os caninos mais protuberantes.
O procedimento dura 1 hora e custa em torno de 390 dólares

Origem e significado do Yaeba

A tradução da palavra Yaeba “(  ), seria “dente duplo” em japonês e significa quando os dentes caninos superiores, ficam mais saltados ou encavalando os dentes vizinhos. Desta forma os dentes se assemelham a presas de gato ou vampiro. Esta característica é considerada bonita e charmosa em ambos os sexos no Japão, embora seja mais comum em meninas.

No Japão, o Yaeba é associado ao fato de que dentes tortos lembram dentes de leite, que por sua vez lembram a infância. E os japoneses adoram esse lance de parecer criança e de gostar de coisas fofas. Ou seja, o Yaeba aparentemente se resume a simples e pura necessidade que os japoneses tem de se sentirem mais jovens.



Fonte:  Japão em foco

4 de janeiro de 2013


Cuidados com a higiene bucal durante a gravidez








A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo divulgou o resultado de um levantamento feito com 2 mil gestantes em um hospital público paulista, onde quase metade dos pacientes (988 mulheres, ou 49,4% do total) apresentavam algum problema bucal, como gengivite ou cárie. “Durante a gestação ocorrem várias alterações no organismo feminino que, associadas a algumas mudanças nos hábitos de vida, podem levar ao aparecimento ou agravamento de problemas dentários. Nada que uma boa escovação, uma dieta adequada e um bom acompanhamento odontológico não possam prevenir”, observa o dentista Aléssio Calil Mathias, diretor da Clínica Genesis.

Muitos problemas bucais desta fase são provocados pela carência de cálcio na dieta materna. O bebê literalmente ‘rouba’ o cálcio da mãe e isso pode enfraquecer os dentes da gestante. Como o corpo da mãe não deixa faltar nada para o feto, se o estoque de cálcio for insuficiente para os dois, o organismo feminino libera a substância contida nos ossos e nos dentes. É por isso que se recomenda a ingestão de cálcio durante a gravidez e, se necessário, suplementação do mineral.

Um cuidadoso tratamento dentário pode prevenir outros problemas na gestação, como o nascimento prematuro. Além de prevenir doenças bucais, a gestante deve manter um acompanhamento odontológico durante os nove meses de gestação. “Uma infecção na boca leva o corpo a produzir maior quantidade de prostaglandinas, substâncias que causam contrações no útero e podem antecipar o nascimento do bebê”, justifica Aléssio Calil Mathias, dentista da Clínica Gênesis.

“A alteração dos hormônios na gravidez altera as fibras da gengiva facilitando o acesso de bactérias que provocam gengivite. Um dos sintomas mais comuns dessa doença é um sangramento intenso e espontâneo durante a escovação”, acrescenta Mathias.
Se a gravidez for programada, a futura mãe deve passar por uma avaliação prévia para se informar quanto aos cuidados para prevenir problemas durante a gestação.

Segundo o dentista, é preciso orientar a gestante sobre a importância da higienização caprichada, todas as vezes que se alimentar e também sobre a diminuição do consumo de alimentos doces. “Já acompanhei gestantes que enjoavam só de tocar a pasta de dente na língua e, portanto, acabavam negligenciando a higiene bucal. Para este grupo, recomendamos o uso mais freqüente do fio dental e menos da pasta e escova.

Comuns no primeiro trimestre, os vômitos deixam a boca mais ácida, o que pode prejudicar o esmalte dos dentes. “Por isso, depois da indisposição, é necessário fazer bochechos com água ou colutórios bucais para promover a higienização”, recomenda o dentista.

A restauração dentária é outro procedimento que pode ser realizado durante a gestação, pois não utiliza nenhum produto prejudicial ao bebê. Se houver necessidade de outros tratamentos que exijam radiografias é bom lembrar que a quantidade de raios X emitidos por esses exames é muito pequena e dificilmente interferirá no feto; mesmo assim, esse procedimento só é indicado em casos estritamente necessários e para gestantes com mais de três meses de gravidez.

Se para debelar uma infecção for necessário realizar uma extração, a anestesia será indispensável. As gestantes podem receber anestésicos locais sem nenhum problema, desde que não contenham substâncias vasoconstritoras.

Em relação aos tratamentos estéticos não há comprovação de que o laser ou substâncias usadas no clareamento dentário ou outras correções possam prejudicar o feto. Ainda assim, é recomendável adiar esses procedimentos para depois do parto.




Fonte: www2.uol.com.br/sciam

3 de janeiro de 2013


Conheça os mitos e verdades do chiclete



A ideia de que chiclete é mania de criança está mais do que superada. Os adultos são tão fãs da goma de mascar quanto os pequenos. Fato é que a indústria alimentícia tem se dedicado a criar produtos cada vez mais cheios de requisitos que se encaixem nas demandas da gente grande, como chiclete sem açúcar e chiclete que promete clarear os dentes, mas sem deixar de lado as versões coloridas, recheadas e de formatos mais variados para a garotada. O chiclete sempre foi considerado o vilão da boca por provocar cáries e visto como guloseima que atrapalha a dieta. Mas será que ele não traz nenhum benefício para o regime e para a saúde bucal? A nutricionista do MinhaVida, Roberta Stella, e o dentista Sidnei Leonard Goldmann ajudam a esclarecer os mitos e verdades relacionados ao hábito.

Os chicletes são bastante prejudiciais à dieta:

Mito. Os chicletes, mesmos os que contêm 
açúcar, não são muito calóricos e até ajudam a enganar a fome. Claro que as gomas com recheios devem ser evitadas, pois são mais calóricas. Uma unidade de chiclete recheado apresenta, em média, 15 calorias. Duas unidades desse chiclete adicionam 1 ponto na lista da Dieta dos Pontos (programa que usa pontos em vez de calorias para guiar o consumo diário de alimentos). Enquanto um chiclete sem açúcar apresenta 2,5 calorias por unidade, sendo necessárias 9 unidades para acumular 1 ponto. "Se o hábito for mascar muitos chicletes por dia, a melhor opção é o chiclete sem açúcar para não acumular pontos ou calorias à dieta" , explica Roberta Stella.

A goma pode causar dor de estômago:

Verdade. Se o chiclete é mascado várias vezes ao dia e a pessoa está há muitas horas sem se alimentar, vai estimular a produção do suco gástrico estomacal, que contém ácido clorídrico. A substância irá agir diretamente na parede do estômago, podendo causar dores. Dessa maneira, deve-se evitar mascar muitas unidades de chiclete por dia. 

Todo tipo de chiclete provoca cárie:
 
Mito. O açúcar presente no chiclete é o grande causador da 
cárie. Por isso, as versões diet e light podem ficar de fora dessa lista. Porém, alguns corantes e conservantes da composição das gomas podem ser feitos à base de amido e carboidrato, que vão se transformar em açúcar e também são nocivos aos dentes. "Opte por versões sem açúcar e incolores, que são as mais seguras", diz Goldmann. Outro ponto é que alguns chicletes, dependendo da sua composição, podem deixar o pH da boca muito ácido e provocar cáries.

O chiclete pode ser benéfico para a higiene bucal:

Verdade.
 A mecânica de mascar e o atrito da goma com os dentes  provocam uma limpeza superficial dos dentes. Quanto mais espessa ela for, melhor será o resultado. "Mas o chiclete não substitui a escova e o fio dental e nem tem o poder de remover a placa bacteriana ou prevenir a formação dela", explica o dentista.

O chiclete alivia o mau hálito:
 
Verdade. Com a limpeza superficial que a goma proporciona, o hálito é favorecido já que há a renovação das células da boca. Mas é uma ação momentânea. E não serve para todo mundo. Quem sofre com problemas bucais, como periodontite, cáries ou uma restauração danificada, pode ficar com o mau cheiro acentuado com o uso do chiclete. Aliás, esse é o indício de que há um problema bucal.

Chiclete ajuda a clarear os dentes:
 
Mito. Mesmo as versões que prometem esse benefício contêm concentrações muito baixas de peróxido (substância clareadora) para proporcionar algum clareamento. Além disso, ela não pode ser usada em altas concentrações na goma por ser um produto tóxico. "O peróxido pode queimar a gengiva. Por isso, só um dentista deve manipular a substância, evitando os riscos", explica Goldmann.

A goma é indicada para certos tratamentos bucais:
 
Verdade. Em alguns casos, o chiclete é recomendado com ação de fisioterapia. Quando há inflamação dos músculos ou abertura limitada da boca (trismo muscular), o uso da goma é benéfico para minimizar o inchaço, fortalecer a musculatura bucal e recuperar os movimentos da mandíbula
.   




Fonte: minhavida

2 de janeiro de 2013


Nova técnica obtém células-tronco a partir de dentes de leite


Estudo realizado pelos pesquisadores do Laboratório de Genética do Instituto Butantan criou uma técnica que permite obter grandes quantidades de células-troncos a partir de dentes de leite, tornando-as capazes de gerar qualquer célula e tecido do corpo humano.

A descoberta, divulgada pela Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, a qual o instituto está ligado, pode ajudar no tratamento e reabilitação de portadores de doenças motoras, imunológicas, na regeneração de ossos e nervos, na reconstrução de músculos, cartilagem e enfermidades psiquiátricas.
Os testes realizados em animais mostraram que as células não causam nenhum efeito colateral ou rejeição quando comparadas à biofármacos e a outras drogas. Com a eficiência comprovada, os pesquisadores desenvolveram um banco para criação e armazenamento de células-tronco, que possui capacidade para 6.000 amostras.
De acordo com o instituto, "essa quantidade é suficiente para tratar até 100 pacientes cada, o que torna o Instituto Butantan autossuficiente na produção e certificação das células-tronco". A expectativa dos pesquisadores é que os testes em humanos sejam realizados dentro de cinco anos.
(Com Agência Estado)


Fonte: veja.abril.com.br
Ensinando nossos filhos a mastigar



Como se sabe, os alimentos estão cada vez mais pastosos. A vida moderna faz com que a comida dada aos nossos filhos seja “prática”, por assim dizer, pela falta de tempo ou por ser bem mais fácil dar uma papinha comprada num supermercado do que lavar, picar, levar ao fogo e esperar esfriar a sopa caseira.

O que se encontra no consultório com freqüência são crianças com “flacidez muscular”, estão sempre com a boquinha aberta quando assistindo TV ou prestando atenção em algo.

Crianças que tiveram a sorte de terem sido amamentadas por mais tempo, exercitaram sua musculatura de uma forma mais correta, através de uma sucção mais ativa. Já aquelas que, por qualquer motivo, precocemente fizeram o uso de mamadeiras estão muito mais sujeitas a terem este tipo de flacidez.

Outro problema acarretado pela falta de estímulos é o mau posicionamento da língua, tornando estas crianças futuros candidatos a sessões de fonoaudiologia.

Portanto vamos fazer os pequenos MASTIGAREM! Façam com que comam alimentos sólidos como cenoura, pepino, milho verde, maçã em pedaços grandes, carnes mais duras, brócolis, beterraba e couve-flor cozidas ao dente. Substitua as “bolachinhas moles e doces” por um duro e consistente pão italiano. Os dentes, assim que nascem já estão aptos a cortar, dilacerar e triturar os alimentos, acredite !

Nos bebês, quando os dentes estiverem ainda erupcionando, use este mesmo pão duro para que exista já uma estimulação da gengiva, isto facilitará o nascimento deles.
Crianças mais velhas, acima de 4 anos (com a supervisão de um adulto) acharão divertido encher balões. Este movimento exercitará não só os músculos da face como também os pulmões.

Não façam aquela famosa aberturinha no bico da mamadeira e usem posteriormente canudos descartáveis finos, para que a criança faça força na hora de beber líquido.
Dificultando a vida de seus filhos agora, será visto no futuro uma musculatura facial forte, uma pronúncia correta das palavras e a certeza numa vida bem mais saudável.



Fonte: revistacrescer.globo.com

27 de dezembro de 2012


Creme dental infantil não é eficiente contra cáries







Pode ser de tutti-fruti, de cereja ou de uva. As opções de pastas de dentes para crianças são muitas e a grande vantagem do creme dental infantil, segundo especialistas, é a baixa concentração de flúor. Até os 3 anos, a criança não sabe cuspir ou bochechar e acaba engolindo mais flúor do que o recomendado. Em excesso, essa substância causa fluorose, problema que afeta o esmalte e produz manchas nos dentes. Em casos mais graves, os dentes ficam porosos e amarronzados. 

Mas um novo estudo realizado pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) coloca em xeque a eficácia do creme dental para crianças. Ele revela que a baixa concentração de flúor não é tão eficiente contra as cáries. Pior: também podem não evitar a fluorose. 

Segundo Altair Cury, professor da Universidade de Odontologia de Piracicaba e um dos orientadores do estudo, a fluorose não é causada pela concentração do flúor no creme dental, mas pela ingestão de uma grande quantidade do produto. Para diminuir o risco de fluorose e evitar cáries, diz o estudo, as crianças deveria usar o creme dental convencional em pouca quantidade – semelhante a um grão de arroz. 

Seria essa a medida mais segura, mesmo? Para a odontopediatra Carmem Silvia, da clínica Amai (SP), não. Ela afirma que existem outras formas de evitar cáries e, por isso, crianças menores de 3 anos devem permanecer usando pastas sem flúor. Embora ele seja o principal vilão para o surgimento da fluorose, não é o único produto que traz flúor em sua composição. A água e alguns alimentos também podem conter a substância. “Por isso, se os pais puderem evitar o produto, melhor”, completa Carmem. Na dúvida, converse com o odontopediatra do seu filho e veja o que é melhor para a criança. 

Prevenção de cáries 

Para prevenir o aparecimento de cáries nos dentes de seu filho, comece com os cuidados logo após o nascimento. Nos recém-nascidos, o ideal é passar uma gaze ou fralda umedecida com água filtrada por toda a boca, limpando gengiva, bochechas e língua para remover os resíduos do leite. A partir do 6º mês, quando costumam aparecer os primeiros dentes, você pode começar a usar uma dedeira. A escovação começa a partir do primeiro ano com uma escova macia. 

Evite a mamadeira noturna e controle a alimentação do seu filho. Balas, doces, iogurtes e refrigerantes são inimigos da boa higiene bucal. Incentive a limpeza após cada refeição.




Fonte: revistacrescer.globo.com


26 de dezembro de 2012


O que é a placa bacteriana?








Em nossa boca possuímos bilhões de bactérias. O acúmulo destas bactérias sobre os dentes forma a placa bacteriana que está diretamente envolvida com doenças como a cárie dentária, gengivite, periodontite, periimplantite e estomatites.

O acúmulo da placa bacteriana e sua mineralização leva a formação do calculo ou tártaro (em alguns raros casos esse tártaro pode tomar proporções gigantescas…). Para se ter uma noção da quantidade de bactérias presentes na cavidade oral, estima-se que em 1mm³ de placa possuímos 100 milhões de bactérias de 300 espécies diferentes.

A placa bacteriana pode se formar supragengivalmente (acima da gengiva), na margem gengival ou até subgengivalmente. A microbiota presente em cada local é diferente devido a presença ou não de oxigênio, sangue etc. É inevitável que a placa bacteriana se forme. Por isso é importante seguir algumas dicas para que a placa não lhe traga problemas.

Como prevenir e remover a placa bacteriana dos dentes?

Prevenir que a placa bacteriana cause problemas é simples:

§  Escove os dentes no mínimo três vezes ao dia (Mantenha uma boa higiene bucal!);
§  Não esqueça de passar o fio dental diariamente;
§  Troque sua escova de dente no mínimo a cada 3 meses;
§  Visite regularmente seu dentista para realizar uma profilaxia (limpeza) profissional dos dentes;

Fonte: odontoblogia

21 de dezembro de 2012


Sensibilidade nos dentes:







A sensibilidade nos dentes, também conhecida com sensibilidade dentária ou ainda por hipersensibilidade é uma dor causada pelo desgaste da superfície do dente.
A causa mais comum da sensibilidade nos dentes no adulto é a exposição da raiz dos dentes na área cervical, ou colo, devido à retração da gengiva. Como a raiz não está coberta pelo esmalte, milhares de canalículos que vão do centro do dente e levam o feixe nervoso da polpa até a superfície ficam expostos e acusam a dor.

Outro fator que acelera a retração gengival e, consequentemente a sensibilidade dentária, é a abrasão ou abfração dentária, muitas vezes causada pelo bruxismo, apertamento dentário, escovação inadequada (escova com cerdas duras). A abrasão é o desgaste do dente na região próxima a dentina.

Outros fatores que podem causar sensibilidade nos dentes:

§  Escovação com creme dental muito abrasivo.
§  Escovação incorreta e/ou quantidade exagerada de escovações (mais de 3 vezes ao dia);
§  Gengivite, que pode causar retração gengival;
§  Retração gengival devido à idade ou escovação inadequada;
§  Bebidas ácidas (como refrigerantes) que causam a erosão do esmalte e a exposição da dentina;
§  Dente lascado ou fraturado, com exposição da dentina;
§  Procedimento de clareamento;
§  E até uma simples restauração, se mal feita.

Tratamento para a sensibilidade dentária:

Ao primeiro sinal de sensibilidade nos dentes você deverá consultar seu dentista. Ele poderá realizar aplicação de verniz de flúor nas áreas expostas para ajudar a mineralizar o esmalte e a dentina, aplicar espuma ou gel de flúor, por meio de moldes bucais, durante 3 a 5 minutos, proporcionando alta concentração de flúor para ajudar as áreas sensíveis, ou ainda aplicar agente fixador para impermeabilizar a superfície de a dentina ajudar os estímulos que causam a sensibilidade.

Dicas para evitar a sensibilidade nos dentes:

§  Use uma escova de cerdas bem macias, com creme dental pouco abrasivo;
§  Escove corretamente e não exagere na escovação;
§  Use creme dental especialmente formulado para ajudar a sensibilidade dentária;
§  Use creme dental com alta concentração de flúor (dado pelo dentista) para ajudar fortalecer a superfície do dente.


Fonte: odontoblogia

20 de dezembro de 2012


Aprenda quais cuidados se deve ter com aparelho fixo!!!






Cada vez mais, os aparelhos ortodônticos se espalham pelos sorrisos, não só de crianças, como de adultos. Além de corrigir o alinhamento dos dentes, o tratamento previne uma série de problemas relacionados com articulação dental incorreta. Mas, para ter apenas resultados positivos, é preciso ter atenção redobrada com a higiene bucal. Isso porque a escova e o fio dental encontrarão mais obstáculos na boca, como braquetes, fios e bandas. 

"Não adianta corrigir a posição dos dentes e terminar o tratamento com muitas cáries e com as gengivas inflamadas", diz o dentista Hugo Roberto Lewgoy, professor da Uniban Anhanguera. Se dispositivos específicos não forem utilizados, a placa bacteriana, ou biofilme oral, pode causar cáries e doenças gengivais em áreas quase inacessíveis. 

Os restos de alimentos que ficam presos no aparelho precisam ser removidos para evitar uma desmineralização dos dentes e inflamação das gengivas. Para garantir que esse processo seja feito da melhor forma, Lewgoy dá algumas dicas para fazer a higiene bucal quando se usa aparelho ortodôntico. 


1° Passo - Escova dental

A escova ideal para aparelhos ortodônticos fixos também segue a regra de ter grande quantidade de cerdas do tipo ultramacias. A diferença é que para se encaixar aos braquetes, a escova precisa ter uma canaleta central, que possibilita uma escovação efetiva e favorece a limpeza de todos os componentes do aparelho ortodôntico. Para os aparelhos ortodônticos fixos linguais, a escova precisa ter tamanho reduzido e uma angulação de cabeça que facilite o acesso e a escovação na região interna da boca.

No caso do uso daqueles elásticos pequenos que "prendem" a arcada de cima com a de baixo - elásticos intermaxilares -, é preciso removê-los antes da escovação. "O mais importante é ter uma sequência durante a escovação para não se esquecer de nenhuma superfície dental", diz Hugo. Ele dá a boa dica de realizar a escovação no sentido dos ponteiros do relógio. 

2° Passo – Para limpar entre os dentes 

Junto dos arcos e fios é necessário utilizar a escova interdental, que é capaz de higienizar este local de forma eficiente e sem traumas. Mova a escova interdental de forma suave de cima para baixo entre os componentes do aparelho e entre os dentes. Se a escova entrar muito folgada é necessário a escolha de uma de um diâmetro maior. "Um único movimento é o suficiente, não são necessários movimentos exagerados de vai e vem", afirma.

Passar o fio dental pode ser uma tarefa impossível sem o auxílio do passa fio, que lembra uma agulha de plástico. Nele o fio dental é preso e pode ser passado por baixo do arco para limpar entre os dentes.

3° Passo – Reforço

A escova de tufo se adapta perfeitamente aos contornos dos dentes e braquetes. Sua cabeça mínima e cerdas longas conseguem atingir áreas quase inacessíveis para fazer uma limpeza altamente efetiva. "Ela deixa as superfícies totalmente lisas e polidas e previne qualquer alteração ou problema em decorrência do acúmulo do biofilme oral, como desmineralização, cáries, inflamação gengival".


Fonte: odontologia.chakalat.net